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Destaques

Definhando em violetas

     Tivesse eu a chance de me arrepender, me arrependeria de muita coisa, mas não realizaria nenhum desses arrependimentos.      Pois em perrengues que me vinham que geravam outros perrengues que me fizeram um eremita obrigatório para a ironia divina me fazer descascá-los monte abaixo privilegiada aos olhos de deus numa casa de aquisição minha.      Pelas antiguidades dos corpos que moravam aqui me encontro e me ponho entre as fendas decadentes para não ser só meu, vendo os gritos que nunca tive desmoldarem entre as muvucas da existência que me afastam de entendê-la, tangendo em cinco linhas procurando humanas serem e de todas elas eu ser.      As redondezas de Decapitã não são assim entretanto. Pelas pontilhadas figuras que dão vida ao horizonte inundado de nuvens, vivendo coisas que mal lembro de serem, mas em seus movimentos alimentam o medo que tenho do meu filho.      Pela história de ser alguém me perdi pe...

Anexo: Quanto mais estupido, melhor é

     Eu acho que o maior indicador de uma mudança  é quando você consegue olhar pra quanta merda tu fez até chegar à algo.

    Quem mira pelo muito certinho, pelo perfecto en todo y todos, acaba inevitavelmente olhando para os primeiros degraus e passos com um olhar amargo ou um sorriso largo acompanhado de risos. 

    Vergonha nada mais é uma consciência julgando a sua à momento anterior, não significa que seja melhor, mas com certeza é diferente, não existe uma reta para frente de qualquer forma, apenas aquelas que valem mais a pena olhar, porque nenhuma história é legal se tudo é feito a cristal e termina em cristais, sempre tem que ter alguém ou algo fazendo merda.

    Não creio que alguma entidade vá calcular os acertos ou os erros de alguém, tudo é subjetivo tudo é na base da crença do seu valor agregado a tal momento, que sempre depende de perspectivas honorárias apenas em nome, mas errôneas puramente por principio, então porque então ser à entidade?

    Então foi assim que fiz as paz com cada tropeço meu a custo de sei lá quantos tornozelos, e abracei que o meu eu de antes tinha uma infinitude a mais de ingenuidade em seus erros e que agora é o momento ideal da minha vida, aonde nada mais irei errar ou olhar com olhos arregalados e aguçados. 

    Para ir assim rir de novo do ser que era eu que talvez era mais prestativo, ou talvez era menos, mas quando o docinho de açúcar no fim de um corredor eternamente amargo, é que a batida continua completamente em procura e assim a procura demonstra seu valor real, maior do que a batida perfeita.

    Acho que não tem alguma nota melhor para terminar isso daqui, obrigado por lerem.

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