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Destaques

CHOCANTE: JORNAL IMPRESSO AINDA EXISTE?

     Uma das escolhas de hábitos menos "modernas" que eu estou a acho que uns 5 meses é o - vivo e morto material real cortado de árvore - chamado "Jornal Impresso", que a reação de algumas pessoas ao não saberem que ainda criam essas belezuras cafonas (e empresas específicas para a entrega desses papéis que, aos olhos contemporâneos, são equivalente a peças de museus)      Não minto que meu começo nessa trajetória veio muito mais pelo impulsivo ódio de hyperlinks de jornais que me pedem para pagar uma assinatura que, em minha derrocada moral, sucumbi ao nível de - além de pagar para tirar essa paywall - fui pagar pela a imprensa enviesada a ser falsiane (pela assinatura impressa mais barata que tinha)!!!       Ainda hoje tenho alguns mistérios dessas 40 e alguma coisas páginas que eu recebo na porta da minha casa toda semana, como por exemplo:      - Tem Jornal que fede mais (ou é o tapete pisoteado das mais nojentas va...

Fluxo de incosistência

     Eu sempre acreditei que na criação de um livro envolvia um processo contínuo. Você escreve e tudo se conecta por bater a cara e estar conectado, porque assim é que eu achava quando lia.

    Depois de prefácios magníficos em sua intenção, tudo vem em um fluxo direto, como se fosse planejado de ponta a ponta, bem em contra ponto a como eu escrevo aqui: Espontâneo, as vezes até demais. Pois só tantas vezes o que vem "do nada" é tão original quanto pretende-se a ser por vir "do nada".

    Mas, um livro se difere tanto disso? não sei, pra ser bem franco. Também fui de crer que uma afirmativa sem duvida sempre vem de resultado de uma convicção sem divida na consciência. Entretanto, literalidades assim geram mais neuroses niilistas do que uma pós-verdade de princípio.

    Acho importante querer se pôr na confusão uma vela que nada garante ser tão firme como concreto, já que não é toda loucura dizer que a conclusão do puro raciocínio em busca de uma verdade imutável é a alienação de qualquer pretexto de dizer que existe uma verdade objetiva.

    Não que seja errado assim fazer. Mas, eu  sinto que tal decisão venha muito mais do medo de não querer enfrentar o possível erro do que você diz, colocando em eternas lacunas de relativismo que, embora deixem a crença eternamente longe da morte, deixam ela em eterno estado de mutação.

    Não tem começo que a invalida e muito menos propósito a argumentar contra. Tudo é relativo perante novas descobertas, o passado existe como um câncer que se recusa a sumir ou fazer um grito que seja próprio independente ao ambiente que teme ser ferido, mantido na completa eternidade até quem o canta cansar de brincar com cansaço de remendo . Por isso eu acho o livro muito foda, é um lance aonde apenas existe crença.

    Que o tempo seja o rei a julgar e a espada para o carrasco para tais passos, incríveis e abomináveis a quem quiser, mas respeitáveis por quererem gravar futura honorária ou vergonha em letra que morre ou mata, que caiba a quem lê agregar o que sabe e não sabe para juntar pontos.

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