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Destaques

Rascunho #1

     Em pouco a florescer, mal se via. Entre as descidas e subidas  Amontoava pela surdina a areia que vinha a vista.   Alimentada pela angustia de seu hóspede Permeia pelos quatro cantos da cela. Por vela, em terra, que não enterra  Desencadeada pelos séculos.   Vendo em parto uma fração interminável Sentiu, poliu, mesmo sendo vil. Foste dormente pelos astros, os únicos que o ouviam-te.   Pegou-a pelo pulso, a gritos Por vê-la em seu respingo Avulsa a vida, bem se via. 

Intermediário - Apenas um poema

Para conseguir tanto cumprir de eu pelo menos enviar de vez em quando uma postagem, e para demonstrar algumas ideias minhas que não vejo muito porquê de aprofundar tanto em um texto "completo", decidi fazer uma espécie de "postagem intermediário".

Geralmente vai ser eu falando algo que eu fiz (que nem agora), ou algo que eu achei interessante de só notar, então vai ser algo menos elaborado ainda em resumo.

Dito tudo isso, gostaria de vos mostrar um poema que eu tive vontade de fazer enquanto falhava a dormir, fiz em pouco tempo e é o meu primeiro então provavelmente vai ter alguma coisa nítida a se criticar, então gostaria de ver de vocês o que acham, mas dito isso os apresento:

Mágoas Eletrônicas

Cada vez mais em uma internet mais aguçada
se demonstra como bolhas sociais
que ninguém parece ser ser-humano mais,
por conta de tanto ódio que se mostra
perante a um perfil de anonimato único
por um propósito a algo tão fútil,
causado por perdas e mágoas do próprio
um se torna um rótulo a uma ideia trivial,
que no final todas se decaem a uma proposta igual
de ódio maléfico a qualquer um que se demonstra ser um inimigo
oposto a um rezo de onde foi decreto,
em uma cruzada de defender o verdadeiro
se corrompem até se tornarem podridões,
que no final eram iguais a tu e a mim
repudiavam esse tipo de atitude para si.

Pietro

                                               

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