Pular para o conteúdo principal

Destaques

Complexo de Interlúdio

  Olhas no meu rosto como fostes a partitura de um projeto vil. Contando em todas as pétalas do desejo o que te faz viril. Faz de seu pós o eterno pós, a mudança dos horizontes o pesadelo vivo Enganas a si e somente a si das virtudes injustiçadas pelo momento. Orando todo dia para não ser feito leito das areias Enquanto anseia a próxima vez que seus olhos torne-se musa de mascaras.   Vivo eu cá, a adornar o roteiro flácido de sua jornada como perdido. Lembro-me do teu nome para não esqueceres dele. Narro te como uma mãe que reza perante ao túmulo de seu filho Para poder acordar vendo-o salvar o mundo.   Contudo, apenas é como eu me visto, meu Sebastião. Quem dera fosse eu Satanás, meu cristo Largava-te a menor das satisfações Com paciência de perna curta.   Aprendi que te amo a puro olhos de cria Cria essa que nunca se apegou ao mundo. Olhando seu criador aos poucos ser defunto Desejando mais do que magia de família.   Então, me perdoe meu amado Pois meu veleiro...

Intermediário - Apenas um poema

Para conseguir tanto cumprir de eu pelo menos enviar de vez em quando uma postagem, e para demonstrar algumas ideias minhas que não vejo muito porquê de aprofundar tanto em um texto "completo", decidi fazer uma espécie de "postagem intermediário".

Geralmente vai ser eu falando algo que eu fiz (que nem agora), ou algo que eu achei interessante de só notar, então vai ser algo menos elaborado ainda em resumo.

Dito tudo isso, gostaria de vos mostrar um poema que eu tive vontade de fazer enquanto falhava a dormir, fiz em pouco tempo e é o meu primeiro então provavelmente vai ter alguma coisa nítida a se criticar, então gostaria de ver de vocês o que acham, mas dito isso os apresento:

Mágoas Eletrônicas

Cada vez mais em uma internet mais aguçada
se demonstra como bolhas sociais
que ninguém parece ser ser-humano mais,
por conta de tanto ódio que se mostra
perante a um perfil de anonimato único
por um propósito a algo tão fútil,
causado por perdas e mágoas do próprio
um se torna um rótulo a uma ideia trivial,
que no final todas se decaem a uma proposta igual
de ódio maléfico a qualquer um que se demonstra ser um inimigo
oposto a um rezo de onde foi decreto,
em uma cruzada de defender o verdadeiro
se corrompem até se tornarem podridões,
que no final eram iguais a tu e a mim
repudiavam esse tipo de atitude para si.

Pietro

                                               

Postagens mais visitadas