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Destaques

CHOCANTE: JORNAL IMPRESSO AINDA EXISTE?

     Uma das escolhas de hábitos menos "modernas" que eu estou a acho que uns 5 meses é o - vivo e morto material real cortado de árvore - chamado "Jornal Impresso", que a reação de algumas pessoas ao não saberem que ainda criam essas belezuras cafonas (e empresas específicas para a entrega desses papéis que, aos olhos contemporâneos, são equivalente a peças de museus)      Não minto que meu começo nessa trajetória veio muito mais pelo impulsivo ódio de hyperlinks de jornais que me pedem para pagar uma assinatura que, em minha derrocada moral, sucumbi ao nível de - além de pagar para tirar essa paywall - fui pagar pela a imprensa enviesada a ser falsiane (pela assinatura impressa mais barata que tinha)!!!       Ainda hoje tenho alguns mistérios dessas 40 e alguma coisas páginas que eu recebo na porta da minha casa toda semana, como por exemplo:      - Tem Jornal que fede mais (ou é o tapete pisoteado das mais nojentas va...

Peidos e suas lindezas

Ah mas como é bom peidar!

Seus gases indo ao ar.

O aroma de liberdade.

Trazendo momentânea felicidade.


O ato mais ofensivo mais libertador.

Ocasiona sua necessidade espontaneamente.

Que ocasiona até os mais fortes dor.

Sendo o fim de um ciclo repetente.


Tratado sempre como algo mórbido.

Mas não para o iluminado.

Que ve como uma poderosa forma de expressão.

    Como uma canção de rosas de odor de lixão.


Nunca qualquer outra espécie se afetou tanto pelo peido.

Que independente do quão blindado.

Por silicone, ferro, ou dinheiro.

Atinge todos os deuses como um grande guerreiro.


Uma bela expressão de rebeldia.

A completa oposição contra a etiqueta social.

A prova de que o humano ainda é animal.

Um fato tão certo quanto o dia.


Que embora nos categorizamos acima de feras.

Nós sucumbimos a dura realidade.

Que nascemos, vivemos e morremos por causa de instintos.

Independente dos avanços que tivemos.


Ainda sofremos do mesmo que a vida sofre desde sua existência.

A morte, fome, discórdia, tristeza e destruição.

Embora nós de fato progredimos como por ciência.

Não devemos esquecer que nós ainda somos cães querendo ração.


Então que abracemos o animal que possuímos.

Pois este é o mesmo que ama, cuida e protege a si e os outros.

Que quanto mais negamos não ser macacos.

Menos existimos no nosso próprio palco.








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