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Destaques

Onde está o Nilo?

       Porque ainda tenta escalar as areias do deserto? Sabes muito bem da paisagem que te aguarda. Não, não muito bem, mas bem o suficiente.      Sempre familiar o suficiente pra sustentar esquecimento, sempre diferente o suficiente para despertar o desconforto do desconhecido. Mas, é o desconhecido? Quantas moedas jogou para decidir qual lado vai, não lembra de onde veio a iniciativa? o deserto também esqueceu, ou será que ao menos tentou lembrar?      Por quatro linhas você pensa em chegar em algo, mas nessas quatros linhas não sabes aonde na linha você se encaixa. Coloque o dobro, o dobro do dobro disso, e não muda o diagnóstico da paisagem, nunca igual, nunca diferente, sempre outro monstro ao acordar.      Monstro não, não sei se cabe a definição de vida ao que te acorda com os olhos despedaçados e não sabendo se viu Jesus, o Diabo, ou uma paisagem. Ela é tão indiferente a você, mas ao mesmo tempo tão inconsequente a...

Primata Paroleiro

 O que é o que é,

seu tempo começa no nascimento.

Que não passa de um breve momento.

Existiu apenas devido a fé.


Vindo do fogo.

Mirando ao espaço.

Na lua colocou seu passo.

E os fracos ficaram no vago.


Descobriu como destruir o mundo.

Antes de como alimentar todos

Criou fabricas, se tornou parvo..

Criou maquinas, virou seu servo.


E são como Haber, o mesmo que alimentou bilhões,

com invenções magníficas.

Envenenou milhões em guerras,

para acelerar a carnificina.


Exemplos do mesmo são inúmeros.

De matéria fazem arte.

Com mortes fazem números.

Na cama sonham com marte.


O experimento mais falho.

Que carrega sobre si um fardo.

Dos malês do passado.

E o futuro amaldiçoado.


O seu redentor o crucificaram.

Sabotaram seu Sabotage.

Mataram seu TUPAC.

A seu Gandhi nem deram Nobel.


Mas mesmo entre os mais árduos.

Ainda tem os que buscam redenção

Que buscam por renovar seus pastos.

Motivados pelo amor de todos cantar uma canção.


Então assim se sabe quem é.

Os hipócritas mais esforçados que tem.

Cuidam e matam nenéns.

A vitima e seu próprio réu.


Uma piada viva.

Que sobrevive como pipa.

Se dividindo em seus mantos.

Certamente são os humanos.



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