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Destaques

Rascunho #1

     Em pouco a florescer, mal se via. Entre as descidas e subidas  Amontoava pela surdina a areia que vinha a vista.   Alimentada pela angustia de seu hóspede Permeia pelos quatro cantos da cela. Por vela, em terra, que não enterra  Desencadeada pelos séculos.   Vendo em parto uma fração interminável Sentiu, poliu, mesmo sendo vil. Foste dormente pelos astros, os únicos que o ouviam-te.   Pegou-a pelo pulso, a gritos Por vê-la em seu respingo Avulsa a vida, bem se via. 

Primata Paroleiro

 O que é o que é,

seu tempo começa no nascimento.

Que não passa de um breve momento.

Existiu apenas devido a fé.


Vindo do fogo.

Mirando ao espaço.

Na lua colocou seu passo.

E os fracos ficaram no vago.


Descobriu como destruir o mundo.

Antes de como alimentar todos

Criou fabricas, se tornou parvo..

Criou maquinas, virou seu servo.


E são como Haber, o mesmo que alimentou bilhões,

com invenções magníficas.

Envenenou milhões em guerras,

para acelerar a carnificina.


Exemplos do mesmo são inúmeros.

De matéria fazem arte.

Com mortes fazem números.

Na cama sonham com marte.


O experimento mais falho.

Que carrega sobre si um fardo.

Dos malês do passado.

E o futuro amaldiçoado.


O seu redentor o crucificaram.

Sabotaram seu Sabotage.

Mataram seu TUPAC.

A seu Gandhi nem deram Nobel.


Mas mesmo entre os mais árduos.

Ainda tem os que buscam redenção

Que buscam por renovar seus pastos.

Motivados pelo amor de todos cantar uma canção.


Então assim se sabe quem é.

Os hipócritas mais esforçados que tem.

Cuidam e matam nenéns.

A vitima e seu próprio réu.


Uma piada viva.

Que sobrevive como pipa.

Se dividindo em seus mantos.

Certamente são os humanos.



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