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Destaques

Definhando em violetas

     Tivesse eu a chance de me arrepender, me arrependeria de muita coisa, mas não realizaria nenhum desses arrependimentos.      Pois em perrengues que me vinham que geravam outros perrengues que me fizeram um eremita obrigatório para a ironia divina me fazer descascá-los monte abaixo privilegiada aos olhos de deus numa casa de aquisição minha.      Pelas antiguidades dos corpos que moravam aqui me encontro e me ponho entre as fendas decadentes para não ser só meu, vendo os gritos que nunca tive desmoldarem entre as muvucas da existência que me afastam de entendê-la, tangendo em cinco linhas procurando humanas serem e de todas elas eu ser.      As redondezas de Decapitã não são assim entretanto. Pelas pontilhadas figuras que dão vida ao horizonte inundado de nuvens, vivendo coisas que mal lembro de serem, mas em seus movimentos alimentam o medo que tenho do meu filho.      Pela história de ser alguém me perdi pe...

Amor não dura pra sempre

O termino nunca é belo.

Mas como depois do caramelo,

não devíamos parar de AmarElo

Pois santo é só na ficção.

 

 Para um ser são nesse mundo.

Tem que entender em seu fundo,

que tudo pode acabar.

Como o chocolate em seu paladar.

 

A vida é muito mais que namoro.

E não se reclusa ao namoro o amor.

Porque não são todos que namoram.

Mas todos nós temos quem nos amam.

 

Olho para meus passos,

e não para os meus cacos.

Pois a ferida sara.

Mas a dor do nunca feito nunca para.


Assim acendo meu cachimbo.

Posso não ser de umbanda.

e ainda cair como bambo.

Mas continuo sendo filho de Obá. 

 

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