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Destaques

Rascunho #1

     Em pouco a florescer, mal se via. Entre as descidas e subidas  Amontoava pela surdina a areia que vinha a vista.   Alimentada pela angustia de seu hóspede Permeia pelos quatro cantos da cela. Por vela, em terra, que não enterra  Desencadeada pelos séculos.   Vendo em parto uma fração interminável Sentiu, poliu, mesmo sendo vil. Foste dormente pelos astros, os únicos que o ouviam-te.   Pegou-a pelo pulso, a gritos Por vê-la em seu respingo Avulsa a vida, bem se via. 

Banalização do sofrimento de todos por nota acadêmica

    Uma das mudanças que superficialmente são legais de acontecerem em escolas de ensino fundamental e médio é a maior presença de tópicos politicos, socioeconômicos e culturais dentro de atividades no período acadêmico, mas a forma que é lidado e interpretado por alunos causa consequências piores do que a ausência desses tópicos, a banalização deles na mente de futuro trabalhadores, empresários, políticos e presidentes.
    Como qualquer trabalho que envolve a apresentação de qualquer ideia na era digital obviamente leva a 5 eslaides copiados e colados dos primeiros 3 sites no google ao pesquisar sobre o tal tópico. E a enfaze de outros alunos em base de pura estética e linguajar que eles não entendem e a baixissima intolerância de professores sobre essas apresentações sem corpo, alma, ideia e conclusão leva ao aluno crer que fazendo menos que o mínimo já é o suficiente para entender o tópico.
   E essa banalização por si só é parte do processo de entendimento do mundo por esses jovens, mas se a sociedade abraça e aplaude essas concepções incoerentes que nem mesmo os próprios alunos ligam de entender ou de ir afundo alem de redizer  o texto que nem fonte deram acaba criando jovem adultos em eleições votam por puro carismo e linguajar emocional, assim perpetuando o eterno cículo de ignorância que pertuba esse país desde que o primeiro degredado português chegou a essa terra que de paú brasil tem nada, de floresta apenas fogo, ouro apenas trocado por misérias pela metrópole a outros países, e o azul que só vai expandir para afogar todos caso já não matemos antes por preconceito.

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