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Destaques

Definhando em violetas

     Tivesse eu a chance de me arrepender, me arrependeria de muita coisa, mas não realizaria nenhum desses arrependimentos.      Pois em perrengues que me vinham que geravam outros perrengues que me fizeram um eremita obrigatório para a ironia divina me fazer descascá-los monte abaixo privilegiada aos olhos de deus numa casa de aquisição minha.      Pelas antiguidades dos corpos que moravam aqui me encontro e me ponho entre as fendas decadentes para não ser só meu, vendo os gritos que nunca tive desmoldarem entre as muvucas da existência que me afastam de entendê-la, tangendo em cinco linhas procurando humanas serem e de todas elas eu ser.      As redondezas de Decapitã não são assim entretanto. Pelas pontilhadas figuras que dão vida ao horizonte inundado de nuvens, vivendo coisas que mal lembro de serem, mas em seus movimentos alimentam o medo que tenho do meu filho.      Pela história de ser alguém me perdi pe...

Céu sangrento

 Madeira queima, noite sangra.
Tocha queima, papel manda.
Gente queima, gente tenta, gente falha.
Papel guia, papel não ensina;.

Pessoa fala, pessoa para.
Pessoa reclama, pessoa não luta.
Pessoa quer, pessoa não faz.
Agora arvore é jaz.

Mas não percamos na paz.
Pois rancor trás rancor.
E ódio não traz amor.
Que ninguém viva mais em pavor.

9:22, 28/08/2024, Noite clara que sangra a carbono

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