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Destaques

Análise Dom Casmurro - Parte 2 que nem eu ou você esperava

       Eu tenho um leve problema quando eu fui querer criar a primeira parte dessa análise - que foi assumir que eu tava falando de um livro só.      O Livro  de  Dom Casmurro é uma história efetivamente universal e transcendente de períodos históricos por sua natureza inerentemente crua, crua ao nível de ser um manuscrito que se desconhece como começou quando termina.      A evolução do autor Dom Casmurro de um leve vulto de nostalgia até uma confissão dos mais profundos segredos de Bento que o definiram como Dom Casmurro é digna de ser lida como muita coisa por muitas boas razões.      Por outro lado, e era o que eu justamente tinha mais a cabeça, era o Dom Casmurro de Machado de Assis. Machado esse que foi a mudar sua escrita ao realismo apenas aos 40 anos de seus quase 70 anos de vida      E, embora a crítica burguesa de Machado de Assis seja bem interessante, para mim que nasceu mais de um séc...

Poesia contrapoesia

    Bruto como Brutus e liberto como o pássaro morto em sua gaiola, podendo enfim sonhar de voar entre os ventos e morrer como o animal que sempre sonhou ser, e não um pet como foi criado a ser.

    Encapsulado por europeus de coração de mármore por necessidade de colocar valor estético naquilo no valor de alma, sonhando em letras de um mundo simplório e estupido. Então assim sendo feito a sistematização de viés burocrática de incorporar ideias em um formato genérico, estupidamente similar uns aos outros e extremamente limitador.

    Qual o valor de rimar dor e amor além de uma pequena dose de serotonina induzida por ser prazeroso de ouvir silabas se repetindo, assim em vez do pensado se torna o arquitetado para se encaixar ao resto, tirando o possível valor literário em troca de palavras. Que com certeza apenas fazemos questão de encaixar pela simples decepção que é facilmente criada a analisar poetas do passado, porque se ele fez e ganhou mérito acadêmico e principalmente financeiro, então é só assim que a banda toca.

    Patético, desculpa para se achar inteligente por ter que pesquisar palavras que muito provavelmente não vá usar denovo porque ela é o sinônimo da que você queria usar, e bem mais estúpido quem apenas vê mal nisso.

    Estética é algo inerentemente importante para a construção de um texto, não compreendemos tudo escrito pela primeira palavra, o leitor é falho mas o escritor também é, comunicação é complicado. Então um belo tchã para um texto nada de mal faz desde que não o faça jaz. 

    Vida é curta demais pra reclamar de tudo e apreciar nada, então vem no groove

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