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Destaques

19

       Por mais de eu ter colocado o titulo desse texto como 19, retrospectivamente faria mais sentido colocar como 18, já que apenas  comecei  a ter dezenove anos de idade e justamente  acabei  de viver os meus dezoito anos por completo, mas acho que importava mais não fazer esses textos  no dia  que eu fiz esses anos todos, por mais simbólico que seja sempre achei que escrevia justamente por esse simbolismo e não necessariamente por ter algo muito bom pra escrever, por isso que sempre achava meio incompleto. Mas é bom ter esse tipo de perspectiva?      É sempre uma sensação boa (certamente de bom por ter tido e não por ter no momento) de que o que é bom não era tão bom assim ou alguma dessas auto duvidas ao crescer, sentir que sabe mais do que sabia antes, mas  sempre  é bom?       Não que eu diga isso por me sentir aflito, mas justamente por não ser tão abalável resignar aos pequenos custos...

Até lagrimas ensinam

     Em minha(s) experiência(s) de decadência mental, quase todas elas provocadas por ausência de remédio, voluntária ou forçada, a pior parte sempre foi apenas perceber depois de conseguir sair, o quanto podia fazer diferente e o quanto detesto ou detestei o que eu fiz, mas acho que dessa vez foi diferente, e a lição mais importante é de nunca se decidir em euforia alguma coisa; se um relacionamento não me ensinou isso, acho que um episódio depressivo agora ensina, e não foi tão ruim, mas não foi bom, mas com certeza um aprendizado dolorido, mas valioso.