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Destaques

Análise Dom Casmurro - Parte 2 que nem eu ou você esperava

       Eu tenho um leve problema quando eu fui querer criar a primeira parte dessa análise - que foi assumir que eu tava falando de um livro só.      O Livro  de  Dom Casmurro é uma história efetivamente universal e transcendente de períodos históricos por sua natureza inerentemente crua, crua ao nível de ser um manuscrito que se desconhece como começou quando termina.      A evolução do autor Dom Casmurro de um leve vulto de nostalgia até uma confissão dos mais profundos segredos de Bento que o definiram como Dom Casmurro é digna de ser lida como muita coisa por muitas boas razões.      Por outro lado, e era o que eu justamente tinha mais a cabeça, era o Dom Casmurro de Machado de Assis. Machado esse que foi a mudar sua escrita ao realismo apenas aos 40 anos de seus quase 70 anos de vida      E, embora a crítica burguesa de Machado de Assis seja bem interessante, para mim que nasceu mais de um séc...

De volta ao passado no futuro do amanha

    Voltando nas memorias e progredindo na vida, assim que me sinto os últimos meses. Seja de novo voltar a jogar algo, mas dessa vez sem ser um completo viciado, ou de novo ir para a academia, mas dessa vez sem precisar tomar água a cada 2 minutos, de novo mas diferente.

    Desenhos! Voltei a ver aos poucos, espero ver mais, não tem idade limite para ver algo, e aprecio ainda mais ao mesmo tempo de relembrar de episódios entender eles melhor. Aprecio voltar a ouvir as músicas do começo do ano e entender elas de outras maneiras, literalmente e metaforicamente.

    Me sentia muito chato a pouco tempo e sinto que estava assim a algum tempo, quando você cria uma demanda sobre si de melhorar você acaba perdendo graça, acaba rindo menos e sorrindo pois muito passa na sua cabeça de o que mais tem que melhorar, mas também inseguranças ficam de lado.

    Imitar o famigerado cabeça de aço e arquétipo de fodão certamente me ajudou, mas também me ferrou de outras maneiras. Perdoei menos, guardei mais rancor, priorizei a mim mas talvez um pouco a mais que devia, justificado? Quem sabe, mas certamente não ligo.

    Por trás de todo olhar de um soldado em guerra tem seus medos e paixões reprimidas, por qualquer que seja o motivo. Não que eu tenha sido um soldado ou algo a comparação, mas de qualquer forma certamente estava como um.

    Mas tempos mudam, certamente mudam. Muito escrevi e muito registrei, quem diria que em quase 1 ano ainda estaria aqui, no mesmo computador (mas não no mesmo teclado), escrevendo sobre o mesmo ser (mas não sobre a mesma pessoa), sobre a mesma vista mas não o mesmo olhar.

    Muita da ganha que tinha de aprovação vinha também de mim querendo ou não. Mais do que qualquer outro eu odiava estar aonde eu estava, no absoluto isolamento e priorizando o máximo de tempo possível ao computador para "eficientizar" meu tempo. Realmente não estava mentindo no computador ser tudo para mim.

    Ainda é algo para mim? Obvio, estou nele agora por um motivo, mas agora finalmente posso dizer que eu domino a maquina mãe, e não ela que me domina. Criar angustia por ficar muito tempo nele e não por ter sido tirado dele, ter o horário mental de sair dele para regar as plantas, brincar um pouco com o meu gatinho.

    Ouvi muito Validation e Sobrevivendo Ao Inferno esses últimos anos, e ainda gosto muito de ouvir. Mas a sensação de luta a base do chão, o de demonstrar a todos o que eu tenho de valor, acho que já passou, e passou legal. Fui de invejar a ser invejado, ao caçar por ajuda ao caçar a ajudar, não tem porque mais tanta chatice e arrogância Pietro.

    Não tenho mais que encaixar em um molde, confortável quando quis caçar ser algo, mas a ânsia não está mais lá. Mas nada que tu tenha a me mostrar além da parede, que tu não enxerga além da minha wave ou vem além do meu muro. Vá, vá a o seu museu, eu sou seu museu; Muito obrigado, mas hoje voltarei pra casa só, pois já é tarde.






















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