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Destaques

Definhando em violetas

     Tivesse eu a chance de me arrepender, me arrependeria de muita coisa, mas não realizaria nenhum desses arrependimentos.      Pois em perrengues que me vinham que geravam outros perrengues que me fizeram um eremita obrigatório para a ironia divina me fazer descascá-los monte abaixo privilegiada aos olhos de deus numa casa de aquisição minha.      Pelas antiguidades dos corpos que moravam aqui me encontro e me ponho entre as fendas decadentes para não ser só meu, vendo os gritos que nunca tive desmoldarem entre as muvucas da existência que me afastam de entendê-la, tangendo em cinco linhas procurando humanas serem e de todas elas eu ser.      As redondezas de Decapitã não são assim entretanto. Pelas pontilhadas figuras que dão vida ao horizonte inundado de nuvens, vivendo coisas que mal lembro de serem, mas em seus movimentos alimentam o medo que tenho do meu filho.      Pela história de ser alguém me perdi pe...

De volta ao passado no futuro do amanha

    Voltando nas memorias e progredindo na vida, assim que me sinto os últimos meses. Seja de novo voltar a jogar algo, mas dessa vez sem ser um completo viciado, ou de novo ir para a academia, mas dessa vez sem precisar tomar água a cada 2 minutos, de novo mas diferente.

    Desenhos! Voltei a ver aos poucos, espero ver mais, não tem idade limite para ver algo, e aprecio ainda mais ao mesmo tempo de relembrar de episódios entender eles melhor. Aprecio voltar a ouvir as músicas do começo do ano e entender elas de outras maneiras, literalmente e metaforicamente.

    Me sentia muito chato a pouco tempo e sinto que estava assim a algum tempo, quando você cria uma demanda sobre si de melhorar você acaba perdendo graça, acaba rindo menos e sorrindo pois muito passa na sua cabeça de o que mais tem que melhorar, mas também inseguranças ficam de lado.

    Imitar o famigerado cabeça de aço e arquétipo de fodão certamente me ajudou, mas também me ferrou de outras maneiras. Perdoei menos, guardei mais rancor, priorizei a mim mas talvez um pouco a mais que devia, justificado? Quem sabe, mas certamente não ligo.

    Por trás de todo olhar de um soldado em guerra tem seus medos e paixões reprimidas, por qualquer que seja o motivo. Não que eu tenha sido um soldado ou algo a comparação, mas de qualquer forma certamente estava como um.

    Mas tempos mudam, certamente mudam. Muito escrevi e muito registrei, quem diria que em quase 1 ano ainda estaria aqui, no mesmo computador (mas não no mesmo teclado), escrevendo sobre o mesmo ser (mas não sobre a mesma pessoa), sobre a mesma vista mas não o mesmo olhar.

    Muita da ganha que tinha de aprovação vinha também de mim querendo ou não. Mais do que qualquer outro eu odiava estar aonde eu estava, no absoluto isolamento e priorizando o máximo de tempo possível ao computador para "eficientizar" meu tempo. Realmente não estava mentindo no computador ser tudo para mim.

    Ainda é algo para mim? Obvio, estou nele agora por um motivo, mas agora finalmente posso dizer que eu domino a maquina mãe, e não ela que me domina. Criar angustia por ficar muito tempo nele e não por ter sido tirado dele, ter o horário mental de sair dele para regar as plantas, brincar um pouco com o meu gatinho.

    Ouvi muito Validation e Sobrevivendo Ao Inferno esses últimos anos, e ainda gosto muito de ouvir. Mas a sensação de luta a base do chão, o de demonstrar a todos o que eu tenho de valor, acho que já passou, e passou legal. Fui de invejar a ser invejado, ao caçar por ajuda ao caçar a ajudar, não tem porque mais tanta chatice e arrogância Pietro.

    Não tenho mais que encaixar em um molde, confortável quando quis caçar ser algo, mas a ânsia não está mais lá. Mas nada que tu tenha a me mostrar além da parede, que tu não enxerga além da minha wave ou vem além do meu muro. Vá, vá a o seu museu, eu sou seu museu; Muito obrigado, mas hoje voltarei pra casa só, pois já é tarde.






















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