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CHOCANTE: JORNAL IMPRESSO AINDA EXISTE?

     Uma das escolhas de hábitos menos "modernas" que eu estou a acho que uns 5 meses é o - vivo e morto material real cortado de árvore - chamado "Jornal Impresso", que a reação de algumas pessoas ao não saberem que ainda criam essas belezuras cafonas (e empresas específicas para a entrega desses papéis que, aos olhos contemporâneos, são equivalente a peças de museus)      Não minto que meu começo nessa trajetória veio muito mais pelo impulsivo ódio de hyperlinks de jornais que me pedem para pagar uma assinatura que, em minha derrocada moral, sucumbi ao nível de - além de pagar para tirar essa paywall - fui pagar pela a imprensa enviesada a ser falsiane (pela assinatura impressa mais barata que tinha)!!!       Ainda hoje tenho alguns mistérios dessas 40 e alguma coisas páginas que eu recebo na porta da minha casa toda semana, como por exemplo:      - Tem Jornal que fede mais (ou é o tapete pisoteado das mais nojentas va...

Livro

     Eu sempre gostei, e amei escrever textos aqui, e sempre tive o incentivo de querer escrever um livro, mas eu nunca fui conseguir realmente escrever um, não que eu não tenha tentado, devo ter quatro tentativas de livros no meu computador, mais dois em cadernos em algumas paginas, alguns com ideias bem meh, outros com ideias bem interessantes e que eu com certeza gostaria de continuar a fazer, mas eu não continuo, porque?

    Não basta tu ter apenas a ideia a caneta e o papel, basta você ter o corpo da obra, e para você ter o corpo você tem que basear em o que você sabe, e inegavelmente por mais do tanto que eu busque procurar, ainda tenho 17 anos. Não vivo em um campo de concentração como Anne Frank, ou morador de favela com uma volta por cima surreal, ou um nobre contemporâneo para ter visitado 50 atelieres e ter uma biblioteca inteira de livros, ainda tenho muito a viver.

    E por mais que eu fique um pouco triste com isso, pois a ideia de ser um prodígio escritor é bem atraente, simplesmente tenho que conhecer mais ao mundo e a mim, para querer escrever um livro que eu fique feliz de escrever, e não digo por critério financeiro, que quantos romances de adolescentes seja em tempos contemporâneos ou em tempos vitorianos se tem por ai em esquinas de bibliotecas de shopping? Inúmeros.

    Eu poderia também fazer um livro de coaching, como se a minha formula de viver fosse uma tão grandiosa para se colocar em um livro e vender ele por 250 reais, e assim me destacar como um profeta contemporâneo. Ou talvez alguma narrativa a pegadas de mundo fantasiosos grandíssimos como os de Harry Poter e Senhor dos Anéis, mas para isso eu precisava não ser eu, que não tem como.

    O que eu gosto de escrever, embora nada prestigiado ou especial, demanda de um interesse meu, que muitas vezes vem de algo que eu vi ou vivi, e por mais de que, eu não tenha vivido algo tão comum assim, não é o suficiente para eu escrever um livro, ou pelo menos um livro que eu goste.

    E quando vou saber? Nunca, quando for chegar eu nem vou perceber, e se não chegar tudo bem, minha vida provavelmente vai ter ido em outro rumo, e eu ficaria feliz por isso, se algo me atraiu além da escrita então deve ter sido algo bem atraente, e tudo bem, porque no final, tudo está bem, tudo está em paz

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