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Destaques

CHOCANTE: JORNAL IMPRESSO AINDA EXISTE?

     Uma das escolhas de hábitos menos "modernas" que eu estou a acho que uns 5 meses é o - vivo e morto material real cortado de árvore - chamado "Jornal Impresso", que a reação de algumas pessoas ao não saberem que ainda criam essas belezuras cafonas (e empresas específicas para a entrega desses papéis que, aos olhos contemporâneos, são equivalente a peças de museus)      Não minto que meu começo nessa trajetória veio muito mais pelo impulsivo ódio de hyperlinks de jornais que me pedem para pagar uma assinatura que, em minha derrocada moral, sucumbi ao nível de - além de pagar para tirar essa paywall - fui pagar pela a imprensa enviesada a ser falsiane (pela assinatura impressa mais barata que tinha)!!!       Ainda hoje tenho alguns mistérios dessas 40 e alguma coisas páginas que eu recebo na porta da minha casa toda semana, como por exemplo:      - Tem Jornal que fede mais (ou é o tapete pisoteado das mais nojentas va...

Domo de manhã

   Os pássaros cantam como sempre, mas esse aperto de dedos é único        

        Os muros irradiam angularmente o palco. A brisa do momento se contrapõe a corrente dos tempos, pois hoje não é qualquer dia, mas sim, o dia, aquele dia. Calem-se as mágoas que chegavam em marés, hoje o tempo é espetacular.

    O prelúdio é mero estilhaço em sua perversão de tirar a luz da magnifica estadia em Troia que hoje tentamos injuriar, passos acumulam nas calúnias que tentam permear sua cabeça em sentido a desilusão, Mas, amigos de fé, o estado que estamos não tem nenhuma forma de contra mão.

    O concreto roubou minha túnica, mas meu machado veio do ventre  

    Gatilhos se ouvem pelos corredores, mas nenhum deles devemos a miséria. Corta-me o medo que levou a segundas decisões do apocalipse que obtivemos o prazer de conseguir ouvir. O atrás não existe, NUNCA existiu, serviu apenas para mostrar o bom como mal, o bem dito como perigo, o amor como obsessão, a partitura como escritura.

     O espelho oblíquo me sente, racha ao minha dor olhar

    Então venham convosco, aperte minha mão e transforme-se em canção. Transforme sua solidão e nossa bendita comunhão, são somos em nosso sermão ao outro lado e nunca envergaremos um único ponto de covardia a salafrária fria sala que o processo nos demandam.

    Contudo, a alma se revigora de sadismo e faz-me gritar

    Nasci como bala para não ter vala, vivo para isso calhar 

    Vim a fim de sangue, meu tiro apenas perpetua o mangue do meu dever.

 

        As aves fugiram, os olhos se transbordaram a priori do fato. Entretanto, não vem de mim - mero relator - causar alguma provocação a respeito do que veio pós, a memória já me acabrunha e existo meramente para registrar a história que me passa para terceiros. 

    Contudo, garanto-te da falha dos meus glóbulos oculares, ainda intactos, que apenas um sorriso perdurou, mesmo que se desfez em passos fora da cena. 

      

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