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19

       Por mais de eu ter colocado o titulo desse texto como 19, retrospectivamente faria mais sentido colocar como 18, já que apenas  comecei  a ter dezenove anos de idade e justamente  acabei  de viver os meus dezoito anos por completo, mas acho que importava mais não fazer esses textos  no dia  que eu fiz esses anos todos, por mais simbólico que seja sempre achei que escrevia justamente por esse simbolismo e não necessariamente por ter algo muito bom pra escrever, por isso que sempre achava meio incompleto. Mas é bom ter esse tipo de perspectiva?      É sempre uma sensação boa (certamente de bom por ter tido e não por ter no momento) de que o que é bom não era tão bom assim ou alguma dessas auto duvidas ao crescer, sentir que sabe mais do que sabia antes, mas  sempre  é bom?       Não que eu diga isso por me sentir aflito, mas justamente por não ser tão abalável resignar aos pequenos custos...

18

Um ensaio sem Casmurro, sobre Casmurro, talvez com dom - Introdução ao Interlúdio

Clichês Rotineiros

Anexo: Quanto mais estupido, melhor é

Todas as aventuras tem seus pontos finais

Histórias se sobresaiem a contos de fadas

Roblox, convivência e ideias.

E agora?

Martelos e Martelados

Uma espada, dois gumes e infinitas quinas.

Humanization of criminals and other things

Estrelas de volta ao lar

Lucidez a loucos

Nostalgia e rodeios

Why you are?

Um ano

20 de Novembro, um poema em andamento

Binaridade

Uma ponte na manha de cigarro

De volta ao passado no futuro do amanha

Prologo a review de livro/Adicionando mais tons de cinza

Corrida e Morte

Aprendi com crianças

Até chico tripa acorda

Boxes and worlds

Lolzinho e eu, e eu e o Lolzinho

Livro

Até lagrimas ensinam

Virtudes e Defeitos